22 de julho de 2011

A Dinâmica da Comunicação (1ª Parte)


Esta primeira parte traz como tema a simplicidade das palavras insertas no título e a ciência nelas contida, embora de forma usual. Dinâmica é movimento, conjunto, que cria vida, simbolismos na interação entre os seres. A Comunicação é a essência da transmissão de dados ou informações. Segundo o dicionário Aurélio, a palavra Dinâmica significa: “parte da mecânica que estuda o movimento dos corpos, relacionando-os às forças que o produzem” e a palavra Comunicação é: “ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual”, portanto, são informações ou dados com movimento.

Concomitante vale comentar sobre o tema memórias, filtros e mapas, pois estes limitam ou não as informações, que outrora foram gravadas ou registradas no cérebro, por experiências pessoais ou de outras pessoas, como por exemplo, as histórias contadas pelos nossos pais ou pelos pais dos nossos pais, herança genética, pela cultura local, tradições e sociedade. São idéias que temos sobre determinados assuntos e delineiam as nossas decisões. Mapa é definido por Josefh O’Connor da seguinte forma:

É o que percebemos filtrados por nossas experiências pessoais e únicas, nossa cultura, nossa linguagem, nossas crenças, nossos valores, interesses e pressuposições. Vivemos em nossa própria realidade, construída a partir de nossas impressões...

Portanto, somos orientados pelo o que é construído no cérebro e por ele registrado, ou seja, cada um tem a sua experiência e isto se torna uma verdade, um filtro.

O cérebro processa as informações em função do que vimos, sentimos e/ou ouvimos, internaliza, filtra e externaliza verbalmente e/ou corporalmente. Porém, como o raciocínio é mais rápido do que a verbalização, o corpo se comunica antes de pronunciarmos as palavras, fornecendo informações não verbais ao observador. O convite é para estarmos atentos a estes sinais, como observar o processo de internalização e externalização das informações pelos intercomunicadores e estes de início, podem ser emocionais ou racionais e dão-nos uma linguagem ou linha a ser seguida. Vale relembrar que para destros o processamento emocional ocorre no lado direito do cérebro e este comanda o lado esquerdo da pessoa, o racional é administrado pelo lado esquerdo do cérebro e este comanda o lado direito da pessoa. A título de observação, se a pessoa for canhota o sistema funciona de forma inversa.

A dinâmica da divisão cerebral tem influência na comunicação, pois torna possível analisar o sincronismo ou assincronismo das mãos e braços. Como por exemplo, quando o orador fala movimentando a mão direita, sugerindo (não obrigatoriamente) que a comunicação está no campo racional e, com a mão esquerda sugere no campo emocional, assim como quando o orador usa movimentos das mãos sincronizados indicando determinado equilíbrio na verbalização.

Na posição corporal pode-se verificar, por exemplo, para qual lado o corpo está voltado. Gestos indicando para direita ou para esquerda, para frente ou para traz, a posição dos olhos e os seus movimentos podem fornecer informações relevantes, dentre elas, de emoção ou de razão, de lembrança ou de construção, de congruência ou de incongruência.

A intenção de analisar estas informações é perceber se o que a pessoa fala está de acordo com o que ela demonstra na fisiologia, pelos movimentos do corpo, posto que este se comunica antes da pronunciação verbal, uma vez que o cérebro interpreta a informação em função dos registros, confronta com os mapas, filtra, omite, distorce e generaliza, demonstrando na fisiologia este processo, para somente depois verbalizar. Pode-se afirmar que significativa parte da dinâmica na comunicação é pré-verbal (não verbal) e o verbal serve apenas para externar o resultado do processo de confrontação interno. Desta forma, torna-se possível analisar a coerência entre a comunicação não verbal com a comunicação verbal.

Para compreender este universo da comunicação, a arte da Programação Neurolinguística (PNL) é uma ferramenta extraordinária, visto que explora o contexto, o verbal e o não verbal de forma profissional, ética e tênue.

            Por fim, acredita-se que estas breves palavras despertem curiosidade sobre a dinâmica da comunicação, abrindo um leque de possibilidades conduzindo ao além do que é falado. Esta abordagem é curiosa e intrigante e propicia uma jornada pela neurociência, fisiologia, geografia sistêmica e por último, mas não menos importante, a Programação Neurolinguística (PNL) e o Coaching.





Ricardo Fialho Dutra

15 de julho de 2011

Do Negativo ao Positivo

Quando penso em negativo e positivo, logo lembro dos tempos automobilísticos, sistema eletroeletrônico, bateria do automóvel onde existia uma gravação positivo e negativo, estes sinais simplesmente proporcionavam acionar o motor do veículo, dar movimento ao mesmo. Portanto, o que significa negativo? O que significa positivo? O que significa sombra? Como podemos transcender a sombra, o negativo?

Sombra no dicionário Aurélio: “Espaço sem luz, ou escurecido pela interposição de um corpo opaco”, “Aquilo que entristece a alma”. Sombra... o que será no senso comum? Deve trazer uma memória de escuridão, do que está constantemente seguindo as pessoas, em cada lugar ela acompanha e quanto mais luz incide sobre o ser humano, mais escura é a sombra. Sombra talvez seja ausência de luz, oriunda de uma barreira física, onde a luz incida sobre objeto, coisa ou pessoa e a mesma apresenta-se no sentido oposto.

A questão é: para que serve o negativo, a sombra? Porque eles existem? Podemos lembrar a história sobre os opostos como por exemplo, uma delas é sobre Caim e Abel, Deus e Diabo, bom e mau, doce e salgado, céu e inferno, opostos. Acredito que o oposto seja a referência, o parâmetro, o que seria do bom se não existisse o mau? O que seria da luz se não existisse a sombra? Talvez estes sejam pontos complexos, porém de forma simples podemos dizer que o positivo e o negativo se completam, juntos são maiores e mais potentes do que sozinhos e sozinhos seriam luz ou sombra, simplesmente isso. O desafio é acreditar que olhar para a sombra, para o negativo, potencializa o todo, na prática o caminho para o crescimento é a escuridão. Ao olhar para a luz a sensação de luminosidade é tão forte que fechamos os olhos, luz intensa, no mesmo conceito, quando olhamos para a sombra ela parece mais escura do que é, pelo contraste, conduzindo-nos ao assustador, a escuridão e que talvez não seja tão escura.

Quando olhamos para luz e para a sombra de forma igual e aceitando a existência como complementares o entendimento é o equilíbrio, o complemento, a luz é o Céu, o maior, a sombra é a Terra, às vezes o menor, a sombra é a segurança, a intenção positiva, os pés no chão, é o lado mais cauteloso, é o que corrige o percurso e precisa-se muito dela para as decisões corriqueiras ou complexas.

A grande possibilidade do negativo é o equilíbrio, autoconhecimento, crescimento, através da crítica, do conflito, de entender o que a sombra quer dizer, qual é a intenção de manifestar-se. Esta análise levará a perceber realmente a possibilidade de irmos além.

A sombra é a oportunidade de aprendizado, como por exemplo, o que me faz mal? O que me faz pensar... Eu não consigo? Eu não posso? Agora pode-se pensar, como seria a vida se esta sombra fosse diferente, se a aceitássemos como uma oportunidade de evolução, seria diferente? O que mudaria nas atitudes? O que poderia fazer de diferente? Como seria então daqui há 5 anos...10 anos?

Relembrando a física, a eletricidade, o que se move no condutor e gera energia, luz, é o elétron, a partícula negativa, o próton, a partícula positiva não se movimenta e a intensidade da luz é definida pela diferença entre o positivo e o negativo, diferença de potencial. A energia, o movimento é proporcionado pelo negativo, pela sombra.

Em suma, podemos gerar energia, movimento, aceitando, permitindo que o negativo apareça, que se mostre. Permita-se sentir, ver e ouvir a sombra, pois ela é quem gera a luz, permita-se ir além, ser quem você é na essência... olhando para sombra. Lembre-se que esta jornada de conhecimento e crescimento proporciona o movimento do negativo para o positivo, resultando em luz, energia.



         Ricardo Fialho Dutra

14 de junho de 2011

Oportunidades


OPORTUNIDADES

João Paulo dos Santos

 " A maioria das pessoas deixa passar

a oportunidade porque ela chega com

roupa de operário e parece trabalho. "

                                    Thomas Edison

                                                      Li, não sei onde, um provérbio antigo que diz: “Um mar tranquilo nunca fez um bom marinheiro.” Esta é uma grande verdade. Graças a  Deus que existem as adversidades. Muitos as encaram como falta de sorte e/ou mesmo como um castigo divino. Isto não existe. Sorte é quando a preparação encontra a oportunidade e, neste caso, acima de tudo, o nosso olho, via capacitação, deve enxergar essa oportunidade.

                                                     É preciso reconhecer as oportunidades que chegam sob a aparência de problemas e utilizar os obstáculos como ferramentas de crescimento, em vez de transformá-los em bloqueios paralisantes.

                                                     Os problemas são os nossos maiores amigos!

                                                     Muitas pessoas fixam-se nas consequências e não analisam as verdadeiras causas de insucessos.

                                                     Além disso, adoram estar vestidas sempre com as roupas festivas, envolvidas nos prazeres temporários, rindo à toa, ignorando que o sucesso exige muito trabalho.

                                                     Devem despir-se daquela roupa de ilusão e travestirem-se de operários, indo à luta.

                                                     Mas não, isto é simplório, é degradante e demora muito a chegar no topo, pois a caminhada é longa. Mal sabem essas pessoas que o grande e verdadeiro prazer está na trajetória, esta, a grande universidade da vida, o laboratório das experiências, que vão gerar os eficazes medicamentos para as feridas dos bloqueios paralisantes.

                                                     Esta análise de anticorpos exige muita reflexão e pesquisa na junção das peças da máquina energética, que como um dínamo nos dará a devida força para o movimento, já que a vida não é estática, não é ficar esperando, e sim uma constância de movimentos.

                                                     Muitos até gostam não de uma simples e nobre vestimenta espiritual, mas sim de uma pobre e dilacerada roupagem abstrata, pois assim podem atuar como mendigos do azar e da infelicidade, buscando favores que são muletas que terão de usar após seus desastres pessoais.

                                                     Adoram passar por coitadinhos, vítimas da improvidência, sendo que muitas vezes, até tem de trocar as muletas por bengala devido à cegueira por falta de percepção para enxergar as verdadeiras oportunidades.

                                                     Ao vestirem essa fantasia de vítimas e sentirem-se como coitadinhos, eles se desconectam com a possibilidade de transformar o obstáculo em força e passam a projetar fantasias negativas do futuro, tornando-se responsáveis por atrair para as suas vidas aquilo que menos querem.

                                                     A crença na vitória é que dirigirá a mente na busca de soluções.

                                                     E essas estão ai à nossa disposição, democraticamente, para quem quiser e estiver preparado, sem privilégios, por mera competência.

                                                    O Brasil é o país das oportunidades em todos os segmentos, já que tudo ainda está por ser feito. No seu umbral de entrada um grande cartaz anuncia: " PRECISA-SE DE OPERÁRIOS! "

                                                    Vista seu fardamento de luta e vá à guerra! Esta é uma guerra de soldados muito treinados e competentes, que enxergam na escuridão e além da poeira, acertando o alvo com tiros certeiros, vencendo a concorrência, seus adversários, e desfraldando a sua bandeira no topo da montanha da transcendência, ou seja, o sucesso absoluto!

                                                    Cuide meu Amigo Leitor, a sua mais potente arma é o conhecimento, esta contém uma luneta especial que lhe mostrará não só os obstáculos da caminhada, como também as oportunidades que são, nada mais nada menos, os ATALHOS SECRETOS para o atingimento de sua vitória pessoal.

                                                    A responsabilidade é toda sua!

                                                    Vamos lá, movimente-se!



Contato: jpsconsultor@hotmail.com

6 de junho de 2011

Desenvolvimento de pessoas, processos e negócios

Coaching nas empresas possibilita aumentar a performance da organização através dos profissionais, com trabalho personalizado para atender a demanda do negócio com foco nas pessoas.  
Nossas modalidades de Coaching:
ü  Coaching de negócios.
ü  Coaching para executivos.
ü  Coaching para líderes.
ü  Coaching de equipes.
ü  Coaching de vida ou life Coaching.

29 de maio de 2011



COMO TORNAR O IMPOSSÍVEL, POSSÍVEL EM CONCURSOS


Estas breves palavras tem como intenção apoiar os futuros profissionais, atuais concurseiros a perceber e oportunizar as crenças no âmbito dos concursos nas diversas esferas. Lembrando que crenças são ideias semeadas no ser humano, pelo ser humano, passadas de pai para filho, amigos, sociedade, cultura regional dentre outras fontes. O importante é perceber que, acreditar ou não acreditar são aprendizados do passado que servem de referência para o momento presente com orientação e foco no futuro, contudo estas ideias ou crenças tiveram a origem no passado e que foram vivenciadas por pessoas, tornando-se aprendizados subjetivos, vivenciais. As vivências podem ser auditivas, visuais ou cinestésicas, analisadas e contadas por pessoas, que por sua vez, possuem análise individual do fato em função do que sentiram, visualizaram ou ouviram filtradas por suas crenças. Vale ressaltar que cada indivíduo possui sentimento sobre cada fato, sobre cada aprendizado e, portanto, esta vivência subjetiva é repassada como crença com grande apelo pessoal de quem as repassa.

Lembro-me de uma pessoa conhecida que está se preparando para concursos há dois anos, que está investindo tempo, energia, estudo, lendo vários livros, uns adquiridos, outros de bibliotecas e de amigos. Segue o diálogo:

Ricardo: Qual é o teu maior sonho?

Amiga: aprovação no concurso público nos quais participo. (e aqui podemos perceber a crença facilitadora, “Ser Funcionaria Pública”, isto é muito importante).

Ricardo: porque queres ser?

Amiga: porque eu nasci para isso, tenho certeza, sinto, acredito que em breve alcançarei meu objetivo.

Ricardo: dois anos estudando e tentando, como sabe que está se aproximando de alcançar seu objetivo?

Amiga: meu conhecimento está cada vez maior, tenho este parâmetro pelos concursos que faço, venho acertando mais questões e aprendendo mais a cada concurso.

Ricardo: continue nesta jornada, com foco, energia e acreditando no teu potencial, pois alcançará teu objetivo. Parabéns!

Este é um caso clássico de crença facilitadora, que potencializa a vontade, é muito provável que ela alcance seu objetivo, e principalmente, sabe que está no caminho certo pelo feedback nos concursos. De forma inversa seria a crença limitante, como este diálogo com outra pessoa:

Ricardo: como é preparar-se para este concurso?

Resposta: é legal... mas é difícil, pois todos com quem eu falo dizem que passar no concurso é muito difícil, tem que estudar muito, que a maioria das pessoas não passam. (cabeça baixa, pensativa e descrente, crença limitante predomina).

Ricardo: como te sentes?

Resposta: sinto-me bem... porém, às vezes fico cansada, com vontade de desistir...

Neste ponto interrompe-se, pois, segue o processo de Coaching para identificar o que está provocando conflito ou onde e quando a crença foi instaurada.

As pessoas externam seus sentimentos para as outras baseadas nas suas experiências e sentimentos, portanto, quando afirmam que é difícil, que é impossível passar no concurso, esta é a crença da pessoa sobre o concurso e não do candidato. O normal é o candidato absorver esta informação, conscientemente e inconscientemente, como crença limitante. Supondo que o candidato ouça, veja ou sinta esta informação: “é difícil... é muito estudo... não dá para passar...” no mínimo 2 vezes por dia, somente em um mês serão 56 vezes, no ano serão 672 vezes de “VOCE NÃO CONSEGUE PASSAR NO CONCURSO”. Então mesmo que o consciente do candidato afirme “eu quero passar no concurso”, o subconsciente afirma “você não consegue passar no concurso”, aqui o conflito foi instaurado na pessoa. Concomitante pode acontecer a ausência de apoio dos familiares ou amigos que aumentam a dimensão das crenças limitantes.

Os pontos supracitados são possíveis de trabalhar com o concurseiro, realizar estas abordagens deixa mais consistente a caminhada na busca do objetivo, aproveitando cada oportunidade que aparentemente parece uma dificuldade, conforme a crônica “Oportunidades” escrita pelo ilustre João Paulo dos Santos:

“Sorte é quando a preparação encontra a oportunidade e, neste caso, acima de tudo, o nosso olho, via capacitação, deve enxergar essa oportunidade. É preciso reconhecer as oportunidades que chegam sob a aparência de problemas e utilizar os obstáculos como ferramentas de crescimento, em vez de transformá-los em bloqueios paralisantes. Os problemas são os nossos maiores amigos! Muitas pessoas fixam-se nas consequências e não analisam as verdadeiras causas de insucessos. Além disso, adoram estar vestidas sempre com as roupas festivas, envolvidas nos prazeres temporários, rindo à toa, ignorando que o sucesso exige muito trabalho. Devem despir-se daquela roupa de ilusão e travestirem-se de operários, indo à luta”.

O desafio é transformar dificuldades em oportunidades e como proceder com as crenças ou fatores externos? Como minorar as crenças limitantes e majorar as facilitadoras no mundo dos concursos?

No Coaching e na Programação Neurolinguística é possível enfatizar os motivos pelos quais a pessoa optou em buscar um cargo público e reforçar a intenção de passar nas provas, encontrar o seu potencial para a concretização do objetivo almejado. Para catalisar o resultado aprofunda-se na linha da motivação no estudo, qual a melhor forma de estudar, quais outros procedimentos para estudar e é extremamente importante combinar com as pessoas envolvidas no início da jornada, o caminho a ser percorrido no processo.

Por fim, deve-se reforçar a crença facilitadora, no acreditar que “eu serei...” acompanhar os pontos de referência para saber se está aproximando-se ou afastando-se do objetivo, medir os resultados e sempre que for necessário ajustar o processo. Quanto aos “não incentivos” aprender a extrair a intenção positiva de cada comentário, fazendo com que estes sirvam de motivação para a conquista. Acreditando no processo, é sim possível chegar lá!!!!

Boa sorte e bons concursos!

         Ricardo Fialho Dutra




27 de maio de 2011

Treinamentos com Coaching

O treinamento tem como objetivo capacitar às pessoas e/ou profissionais de vendas, utilizando como ferramenta principal o Coaching, processo este, que possibilita o autoconhecimento e conhecimento da empresa, propiciando o entendimento, equilíbrio e alinhamento dos sonhos, objetivos, metas, missão, visão do colaborador com a visão, missão, crenças, valores da empresa, desdobrando uma leitura mais límpida sobre os objetivos e resultados desta. O resultado objetivado é aumentar o Market Share, rentabilidade, juntamente com sinergia, união e comprometimento da equipe.

20 de maio de 2011

O que são Crenças então?

           As crenças são hábitos de pensamento. Nós as formamos a partir de nossas experiências e elas determinam as experiências que possuímos. Por exemplo, se eu acredito que não sou capaz de falar em público eu não tentarei, e consequentemente nunca terei qualquer aprendizado ou feedback sobre a minha capacidade. As crenças não são verdadeiras, é simplesmente nossa melhor avaliação da realidade baseada em nossas experiências passadas. Elas orientam nossas ações. Nossas convicções a respeito de nós mesmos e dos outros, nos impedem de fazer muitas coisas e, assim, de obter experiências que poderiam nos levar a questionar essas crenças.

Fonte: O’Connor; Joseph. Liberte-se dos medos: superando ansiedade e vivendo sem preocupações. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. Pag. 109 e 110.

18 de maio de 2011

Coaching e Programação Neurolinguística para Mudança de Crenças

As crenças por muitas vezes foram úteis, preveniram, alertaram, mas conforme os pressupostos da Programação Neolinguística (PNL), tudo tem uma intenção positiva, porém em algum momento da vida estas crenças não são mais necessárias e como então aprendemos novas crenças e deixamos de lado as antigas? E a relação das crenças com a vida pessoal e profissional? Acredita-se que a relação entre estas partes é muito estreita, chegando a se confundir em muitos momentos. A resposta é substituir estas crenças limitadoras por novas crenças e avaliar em conjunto, o Coach e o cliente, a melhor configuração e aproveitar cada momento da vida como se fosse o último, com outro significado.



15 de maio de 2011

Crenças e sua influência

      Quando se pensa em crenças e sua relação com o desempenho profissional e pessoal, uma excelente abordagem pode ser inicialmente a reorganização de processos, analisar as crenças, e estas podem ter um viés conflitante ou motivador. O Coaching é uma possibilidade que aparece em primeiro plano com resultados excelentes, assim como, a Programação Neurolinguística, que também se aplica muito bem a este contexto.

7 de maio de 2011

Liderança e o Coaching

“A função do Coaching é ser a principal abordagem de liderança do século XXI. O líder atual é um desenvolvedor de pessoas e construtor de relacionamentos. O líder de ontem era tomador de decisão. O líder atual é um Coach". Autor: James Belasco, 2000.